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terça-feira, 30 de agosto de 2016
As mulheres
Da série: o que os homens inteligentes sabem sobre as mulheres
Texto de Tiago Miranda (retirado de um blog inspirador)
"Pela primeira vez eu não sei o que escrever aqui, não tenho um texto, nem ao menos uma frase de efeito que seja.
Hoje, só carrego o sentimento por uma mulher. Um sentimento que me faz bem, que me faz sentir o melhor dos homens.
Mulher que tenho que conquistar todo dia. Provar todo dia que ela é única, provar que ela é a mulher que quero fazer feliz.
Alguns homens podem achar isso chato e cansativo, eu por outro lado, gosto. É como se todo dia o amor começasse de novo. É como se aquela felicidade e empolgação do começo nunca acabassem.
Como se faz isso? É simples, agradar uma mulher não é nenhum mistério, nem há uma receita ou uma rotina pra ser seguida. Basta lembrar que mulheres não são troféus ou medalhas para serem colecionadas e expostas.
Mulheres não são difíceis, acho ate que nós homens é que fazemos tudo possível para vê-las bravas.
Será que é difícil levar um chocolate que ela gosta em um dia qualquer? O ano não é feito apenas por datas especiais. Qual a dificuldade em sair com ela só para escutar os problemas dela? E depois de escutar tudo, olhar nos olhos dela e dizer: “amo você!”.
Afinal, quem é que não gosta de um pouco de carinho e atenção, né?!
Os homens têm vergonha de assumir que amam e precisam de alguém. Neste caso, acho que sou apenas um menino então, menino apaixonado que não tem problemas em dizer que ama uma mulher, e que sou dela, só dela.
Se você tem alguém especial não deixe ela sair da sua vida sem saber o que você sente. Sem duvida a melhor maneira de se viver é sendo feliz ao lado de alguém.
Aproveite seu dia para lembrar alguém que você a ama, compre uma flor, um chocolate ou simplesmente a abrace forte e diga o quanto ela é importante pra você. Nem só de bens materiais se faz um sorriso.
Como disse alguém: 'felicidade não é nada mais que boa saúde e memória fraca'.
E assim eu tenho um texto, com uma frase de efeito.
Aproveite seu dia, viva por uma vida com mais sorrisos. Acredite, vale a pena!"
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Encerrando ciclos
Dia desses em meio a uma conversa aleatória, uma grande amiga me disse que a minha velocidade de processamento das coisas é mais rápida que das outras pessoas. Isso me fez rir, pensar um bocado e questionar muito de mim também. Na verdade, acho que me reconheci ali, naquela frase, e passei a prestar mais atenção em como eu me comportava diante das mais diversas situações. Percebi que, justamente por causa desse processamento das informações, sentimentos e dilemas do dia a dia, preciso sempre passar por todo um processo antes de tomar um tombo, uma decisão, de levantar e seguir em frente.
Acho que tudo isso tem decorrência da necessidade enorme que tenho de entender as coisas, as pessoas, o mundo em si e, principalmente, de entender a mim mesma. Por isso, em todas as vezes que enfrentei alguma fase mais difícil – seja ela no terreno pessoal, amoroso, materno ou profissional – foi preciso passar pelas mesmas etapas de sempre: parar, analisar, sentir, olhar lá para dentro, chorar tudo que tiver para chorar, levantar, me perdoar e dizer adeus. Sempre tive esse sentimento de que, antes que qualquer mudança necessária aconteça, é preciso sofrer essa “perda”, passar pelo luto e, então, encerrar aquele ciclo. Ou, como li hoje bem por acaso num texto que circula pela internet e tem sua autoria atribuída a Paulo Coelho:
“Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda… Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo…”
Foi assim que me senti no início da semana, depois de ter chorado escondida, logo após deixar a Elis na casa da minha mãe. Sim, talvez tenha sido o cansaço, talvez tenha sido a TPM mostrando suas garras afiadas, talvez tenham sido os hormônios que, no meu caso, andam bem bagunçados. E também pelas montanhas que me propus a escalar, pelos sucessos que ainda não consegui alcançar.
Por isso, sinto que antes que eu possa mudar o que precisa ser mudado, é necessário passar por todo esse processo… deixar a culpa ir embora, soltar as amarras, tirar todo peso que não me pertence dos ombros, desprender do que não deu certo, reaprender e me perdoar pelas falhas que tive. Tudo isso para que eu possa seguir em frente, mas de um jeito novo.
Nos últimos meses tenho me sentido falha... Falta de paciência, de compreensão, de empatia, de comprometimento, de dedicação. Coisas pequenas, que talvez passassem desapercebidas dos demais.
Pois é. Infelizmente nós temos uma facilidade enorme em enxergar nossos erros e em tirar nossos méritos, não é? Até pelo contexto em que vivemos e pelas cobranças constantes dos demais, que cultuam ideias equivocadas e até machistas.
Mas a ficha acabou caindo novamente para mim, dizendo em alto e bom som que esses pequenos erros irão ocorrer sim, porque perfeição simplesmente não existe. Que é impossível manter alguma sanidade mental e equilíbrio emocional tentando dar conta de muito mais do que poderíamos.
Por exemplo, eu sou mãe há quase 2 anos e me sinto como uma aprendiz ainda. Aprendo coisas novas todos os dias. Analiso e reaprendo aquelas que eu jurava que já sabia. Mudo de ideia, de opinião, de ponto de vista constantemente. Então, antes de fechar esse ciclo de entendimento e iniciar o próximo, eu me perdoo.
Mas eu também me perdôo pela inocência de ter achado que eu daria conta de tudo. Por ter assumido muito mais responsabilidades do que deveria. Por querer carregar o mundo nas costas e, de certa forma, facilitar a vida dos demais. Por achar que sou insubstituível ou que os outros não fariam as coisas tão bem quanto eu. Por não ter conseguido delegar e exigir mais de quem também deve ser responsável. Por não ter cuidado mais da minha saúde. Por ter exigido demais de mim mesma e levado as coisas ao limite outra vez. Por ter me subestimado em diversos aspectos. Por ter achado que sabia tudo em outros. E, finalmente, por ter demorado um pouco para sair desse emaranhado todo com uma certeza: eu fui a melhor pessoa que poderia ter sido naquele espaço de tempo.
Hoje, então, eu encerro alguns círculos viciosos que nada mais fazem do que sabotar os meus objetivos, a minha auto estima, as minhas virtudes e as minhas escolhas. Desprendo do meu corpo e da minha alma a preguiça, a procrastinação, a negação e os pensamentos que paralisam. Desvinculo de vez perfeição, porque é impossível sobreviver dentro desse contexto. E, acima de tudo, eu me perdoo – por tudo e por nada.
… parar, analisar, sentir, olhar lá para dentro, chorar tudo que tiver para chorar, levantar, perdoar, dizer adeus. Pronto. Agora posso mudar o que precisa ser mudado, melhorar o que pode ser melhorado.
Se vou pegar a estrada errada novamente? Com certeza. Somos seres humanos em evolução (constante, eu espero!). Mas, se pudesse pedir algo, seria:
“Concedei-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar; coragem para mudar as que posso e sabedoria para reconhecer a diferença”. – the serenity prayer
:)
terça-feira, 12 de julho de 2016
As indiretas na internet
Ao aderir a uma rede social estamos suscetíveis a ler quase todo tipo de coisa. Dentre as postagens interessantes, engraçadas e fofas, estão as mais chatas: as indiretas. Todo mundo com certeza já leu alguma coisa como "cansada de certas pessoas..." e por ai vai.
Acredito que um dos aspectos mais irônicos na internet, são essas indiretas. Digo irônico porque algo íntimo, sai do âmbito privado e pula para o público. E na maioria das vezes, a quem se destina a mensagem, nem lê.
E ultimamente, são tantas indiretas, que você vai entrando naquela vibe e quando vê, já está respondendo a indireta da indireta da indireta. Então é algo que tem me cansado extremamente.
Eu simplesmente não tenho mais paciência para essas coisas, como aconteceu recentemente no Facebook, fiz o bloqueio das atualizações de algumas pessoas, e também não entro na página, não sei o que está postando, acontecendo..... e tem me feito muito bem. Aproveito esse tempo para ver outras coisas mais agradáveis na internet.
Ninguém é obrigado a ficar lendo o que não faz bem, portanto não existe, também, a necessidade de ficar respondendo indiretas. Acho que é um exercício cansativo, inútil e até infantil, ficar nesse ping pong de recadinhos malcriados. Melhor é tirar o time de campo e deixar a outra pessoa expor sua imagem com provocações.
Diante disso, quero deixar bem claro, que não vejo perfis das pessoas que não fazem mais parte do meu ciclo social. Se quiser mandar indireta para mim, acho melhor marcar meu nome.
Responder à ofensa com ofensa, é como lavar a alma com lama. O silêncio é um dos argumentos mais difíceis de se rebater.
:)
terça-feira, 7 de junho de 2016
Vida alheia.com
Entrei no Facebook como costumo fazer diariamente e analisei mais profundamente os status postados pelos meus "amigos" (leia-se conhecidos e o porquê eu nem preciso explicar, né?). Será que as pessoas notam o quanto elas se expõem no mundo virtual? Digo Facebook por ser o mais usado, mas em redes sociais como Instagram e Twitter, principalmente.
Até onde vai a exposição das pessoas? Hoje é possível postar fotos, vídeos, conversar com os amigos, expor ideias pessoais em apenas uma rede social, entre várias outras funções. O celular fez com que o mundo da internet se difundisse ainda mais, pois a qualquer hora e em qualquer lugar, as pessoas podem postar fotos ou atualizar seus status, contando o que estão fazendo no momento ou planejando fazer. Dispositivos conseguem rastrear a localização dos usuários, mostrando onde eles se encontram na hora da foto/status.
As pessoas precisam mesmo ficar por dentro desses detalhes tão íntimos da vida de cada um? Ninguém precisa mais ler as colunas sociais dos jornais, afinal, que melhor jeito de ficar atualizado das fofocas alheias do que uma coluna digital, que está sempre atualizada, que as informações correm mais rapidamente e de pessoas mais próximas, que fazem parte do nosso dia a dia? Pergunta retórica.
A dúvida que paira em minha mente é justamente se essas pessoas percebem o quanto estão sendo expostas ou se fazem isso por algum tipo de impulso, uma vez que na hora de qualquer sentimento forte como tristeza, felicidade ou raiva, redes sociais são as formas mais rápidas de difundidos e ter respostas.
Não posso também ser cínica e dizer que não me exponho, porque também posto fotos, conto histórias do meu dia a dia e por vezes até falo sobre minhas tristezas e felicidades... mas estou mudando meus conceitos, e me policiando para que tudo não seja de uma forma tão explícita.
Então, aqui fica a minha conclusão: que a internet revolucionou as comunicações e o mundo, isso é fato e irrevogável, nos deixa mais próximos de algumas pessoas em momentos que não podemos ficar perto fisicamente, porém, a vida ainda acontece no cara a cara, no toque. Tem coisa, que a gente guarda, não porque seja segredo, mas porque não interessa a mais ninguém.
Todo mundo prega a liberdade, mas se prende a dar explicações da sua vida pessoal na internet. A privacidade é muito valiosa - pelo menos pra mim - e nada é tão bom como saber que se tem uma vida preservada longe dos teclados e dos monitores que nos deixam presos nesse mundo digital.
PS* É a minha humilde opinião, mas como a privacidade é (ou pelo menos era) individual, cada um sabe o que faz com ela, né? Fica a Dica!
quarta-feira, 1 de junho de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
A supermulher
Eu odeio a supermulher.
Ela é algo inatingível. Um esteriótipo que até pode ter sido criado pra inspirar e dizer: "Sim, você é capaz de tudo." Concordo. E parou por ai.
Sou capaz de tudo. Somos capazes de tudo!
Mas quem disse que precisa ser tudo ao mesmo tempo? E quem disse que a gente tem que fazer de tudo, só porque é capaz?
Quando vejo um comercial de TV mostrando o quanto é legal ser essa mulher multidisciplinar, bem sucedida e feliz em todos os aspectos da sua vida, tenho a vaga sensação de que executar todas as tarefas com êxito tem o mesmo resultado de assoviar e chupar cana ao mesmo tempo. É humanamente impossível não pecar em algum lado, nem que seja na nossa sanidade.
Aquela doida varrida tentando equilibrar todos os lados da sua vida, afogada em um turbilhão de tarefas. E faz questão de resolver tudo sozinha. Quem disse que isso é legal?
Super mãe, super mulher, super esposa, super dona-de-casa, super profissional.
... Super louca!
A questão aqui é matemática. E a conta não fecha. O dia tem só 24 horas para encaixar tantos superpoderes.
Sabe qual o resultado da síndrome da supermulher?
Super culpa. Super frustação.
Tudo bem se você teve que trabalhar e ficou longe do seu filho. Tudo bem se você ficou com seu filho e foi uma profissional meia boca, ou nem sequer foi uma. Tudo bem se você não consegue ir na academia. Tudo bem se sua casa anda uma bagunça porque você preferiu ver um filme. Tudo bem se você não fez sexo só pra agradar seu marido naquela noite. Tudo bem! Desde que esteja bem resolvida com você.
Lutamos tanto pela igualdade de direitos lá fora, mas esquecemos que dentro de casa também precisa ser assim. Não temos a obrigação de dar conta de tudo! Dividir a carga é essencial.
Eu não dou conta de tudo! E quer saber? Tá tudo bem!
Forte abraço.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
E que venha 2015
O ano de 2014 me surpreendeu de todas as formas. Sério. Comecei o ano de um jeito e agora tô entrando em 2015 totalmente diferente.
Eu nunca imaginei que iriam acontecer tantas coisas surpreendentes em minha vida. É tão engraçado quando a gente para pra pensar nisso, né? Mas enfim...
Esse ano foi, sem dúvida, o ano da gratidão.
O ano em que realizei o sonho da maioria das mulheres, que é o de ser mãe. Também trabalhei bastante, e nunca tive tanta resposta profissional em termos de credibilidade, crescimento e carinho.
Gratidão também pelas pessoas que entraram na minha vida, e que me mostraram que cada carinho e atenção, valeram a pena.
Uma coisa é certa: tenho que agradecer muito a Deus por esse ano. GRATIDÃO!
Um obrigada enorme a todos vocês que acompanharam o blog. Me emprestaram os olhos e o peito, e eu coloquei aqui e acolá um pouquinho da doçura (e tristeza) que a vida oferece, porque viver é bem isso mesmo: uma montanha russa de sentimentos e sensações.
E que venha 2015. Que a fé se multiplique, a atitude viralize e que o ano surpreenda!
Que em 2015, acertando ou errando, fazendo as duas coisas, sei lá... que a gente VIVA e CELEBRE os pequenos presentes diários.
São os votos dessa nova família que se formou em 2014...
Aline
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Keep Calm
O post de hoje será especialmente para as noivinhas que estão às vésperas do grande dia.
Me recordo plenamente como fiquei, faltando pouco para o meu casamento. Sentia um frio na barriga, um medo, uma insegurança terrível quanto ao Big Day. Estava me sentindo esgotada. O desespero tomava conta de mim. Chorava, tive pesadelos, isso quando conseguia dormir, me estressei pra caramba e briguei com todo mundo!
Meu medo era chegar esgotada em meu grande dia e não curtir nada! Imaginem que tristeza sonhar tanto com um dia e num piscar de olhos ele sumir? Não!!!
Depois de muito conversar com algumas noivas e outras já casadas fiz uma reflexão de meus atos e quero dividir com vocês...
Para que se estressar com coisas tão pequenas nesta fase tão maravilhosa? E daí se aquele vaso não estiver simetricamente de acordo com o que você queria, se aquela toalha não for exatamente da cor que você queria ou se algum detalhe não der pra ser feito?
Você vai se descabelar, ficar sem dormir e chegar esgotada, com olheiras que nem mesmo a melhor maquiadora conseguirá esconder no seu tão sonhado dia? E quando esse dia finalmente chegar você vai ficar observando se as cadeiras estão no lugar certo, se as madrinhas estão se comportando como você queria ou se as flores estão tão vivas como você queria ou invés de prestar atenção nas palavras do padre e na importância daquele momento único? E durante a festa você vai ficar prestando atenção se as mesas estão postas corretamente, se todas as taças estão brilhando ou se as nozes dos camafeus estão crocantes ou vai beijar e abraçar todos os seus convidados, dançar a noite toda com seu, agora, marido, e por um segundo olhar tudo em sua volta, sentir uma felicidade imensa em seu coração e se emocionar? Eu decidi, que não iria ligar se as coisas não ficassem exatamente do jeito que eu queria, afinal, o mais importante acontecerá: eu iria me casar com o homem que eu amo e dividir esse momento com as pessoas que eu mais amo nesta vida! Sei que é uma fase extremamente complicada, sonhos estão em jogo, um grande investimento foi feito, mas o que realmente tem valor é o amor e a sensação única de estar ali!
Por isso, vamos manter a calma, curtir muito, dar atenção ao que realmente importa e se aquela ansiedade bater, uma dose de Maracujina pode ajudar, mas não se esqueçam de amar sem medo, pois quando o amor é de verdade tudo torna-se perfeito! ♥
Pensem nisso!
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